Archive for the património Category

Rio de Onor – Rituais de Inverno

Posted in património on 2013/12/29 by terrasencantadas

Michel Giacometti II

Posted in património on 2013/12/27 by terrasencantadas

Feliz Natal

Posted in património on 2013/12/25 by terrasencantadas

Michel Giacometti

Posted in património on 2013/12/23 by terrasencantadas

Feliz Natal

Posted in património on 2012/12/25 by terrasencantadas

A jóia

Posted in ficções, património on 2012/07/10 by terrasencantadas

“A rapariga estava sentada numa pedra, curvada sobre os joelhos, permitindo que a jóia que tinha ao pescoço saísse do vestido e ficasse visível. Tinha forma trapezoidal e metade do tamanho de uma mão. Era toda verde, quase transparente, e na parte mais larga estavam gravadas três faixas de linhas ziguezagueantes. Uma faixa horizontal, preenchida por uma sucessão de traços verticais, separava a parte superior e mais estreita da pedra. Aí, no centro de um triângulo invertido, destacavam-se dois orifícios envolvidos por círculos de onde partiam curtos traços, como se fossem raios de Sol. Esses orifícios, semelhantes a grandes olhos, por onde passava o fio de couro que suspendia a pedra, contribuíam para sugerir a forma de uma coruja estilizada.”

InO VENENO DE OFIÚSA

A jóia referida no excerto anterior, que se revela um elemento central da história narrada em O Veneno de Ofiúsa, foi inspirada nas placas de xisto que abundam no espólio das antas situadas a sul do Mondego. Estas placas são uma característica marcante do megalitismo português e admite-se que representam uma divindade habitualmente chamada de Deusa-mãe.

Os Sefes

Posted in ficções, património on 2012/07/02 by terrasencantadas

“Recentemente, após ter assumido a chefia da tribo, Coronero, o pai de Anio, passara a ser visitado frequentemente por Malgenio, rei dos Sefes, um povo mal visto entre os Galaicos devido a antigos conflitos e por se dizer que eram senhores de uma magia poderosa e malévola.”

InO VENENO DE OFIÚSA

Os Sefes são um povo referido em textos da antiguidade, a sua presença na Hispânia terá precedido a dos Galaicos e Lusitanos. Quase nada se sabe sobre eles, no entanto nos povoados proto-históricos do norte de Portugal encontram-se abundantes representações serpentiformes que poderão estar relacionadas com este povo.

Os Zoelas

Posted in ficções, património on 2012/06/28 by terrasencantadas

Duatio, pai de Camal, chefiara a tribo até alguns anos atrás, quando desaparecera durante um combate com Zoelas, um povo que habitava a leste da Galécia e por vezes fazia incursões para atacar e saquear os Galaicos, tal como estes faziam, noutras ocasiões, em território Zoela.”

InO VENENO DE OFIÚSA

Apesar da sua proximidade geográfica com o território ocupado pelos Galaicos, os Zoelas pertenciam a outro grupo étnico: os Astures. A sua capital estava situada na actual povoação de Castro de Avelãs, perto de Bragança.

O Bastão da Lua

Posted in ficções, património on 2012/05/27 by terrasencantadas

“Por isso, o conselho de anciãos reuniu-se para eleger um novo chefe e todos concordaram que o Bastão da Lua, o ceptro de madeira esculpido de forma a que uma das suas extremidades tomasse a forma de crescente lunar, e que representava a autoridade, passasse para as mãos do filho de Duatio, em quem reconheciam as qualidades do pai.”

InO VENENO DE OFIÚSA

Bastão da Lua é nome atribuído nas Histórias Perdidas da Lusitânia a um misterioso artefacto ancoriforme frequentemente representado em estelas da Idade do Bronze, que se presume ter sido um símbolo de autoridade. Aqui é-lhe atribuído o símbolo de poder do chefe da tribo.

O eclipse

Posted in ficções, património on 2012/05/19 by terrasencantadas

“- O Sol apagou-se. Diz-se que os reis antigos conseguiam dominar os astros e reacender o Sol quando ele se apagava, mas agora não resta ninguém com esse conhecimento.”

InO VENENO DE OFIÚSA

Em Monarquia Lusitana, Frei Bernardo de Brito, historiador do século XVI, enumera uma longa lista de reis Lusitanos, cuja primeira dinastia teria sido fundada pouco depois do Grande Dilúvio. Esse passado fabuloso e perdido encaixa-se perfeitamente na Hispânia de Histórias Perdidas da Lusitânia, onde deuses e humanos se confrontam e a realidade histórica se conjuga com a fantasia.