Archive for the mitologia Category

Superstições – O baço

Posted in mitologia on 2013/12/08 by terrasencantadas

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Em Moncorvo acreditava-se que se uma mulher comesse baço durante a gravidez o filho nasceria com uma marca na pele semelhante ao baço.

Na região de Chaves uma crença semelhante afirmava que se uma mulher grávida tocasse no baço de qualquer animal o filho nasceria com manchas vermelhas.

 

 

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Superstições – A placenta enrolada ao pescoço

Posted in mitologia on 2013/12/06 by terrasencantadas

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Na Rapa acreditava-se que, quando uma criança nascia com a placenta enrolada em volta do pescoço, havia de morrer enforcada.

 

 

 

Superstições – O cordão umbilical II

Posted in mitologia on 2013/12/04 by terrasencantadas

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Na região de Chaves dizia-se que quando uma criança nascia com o cordão umbilical enrolado ao pescoço, logo que pudesse deveria participar, vestida de anjo, em tantas procissões quantas as voltas que o cordão umbilical dava em torno do pescoço.

 

 

Superstições – O cordão umbilical

Posted in mitologia on 2013/12/02 by terrasencantadas

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Em diversas regiões do norte de Portugal acreditava-se que era importante impedir que os ratos comessem o cordão umbilical das crianças. Para isso devia-se queimá-lo, guardá-lo embrulhado num papel ou protegê-lo de outra forma qualquer, caso contrário a criança tornar-se-ia gatuna ou ladrar em vez de falar.

 

 

Superstições – Raízes de videira

Posted in mitologia on 2013/11/30 by terrasencantadas

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Na região de Cinfães acreditava-se que se, depois de dar à luz, a mulher deixasse enterrar as páreas junto às raízes de uma videira tornar-se-ia alcoólica.

 

 

 

Superstições – Videira de uvas brancas

Posted in mitologia on 2013/11/28 by terrasencantadas

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Houve tempos em que, na região de Ponte da Barca, era costume sepultar as crianças que nasciam mortas, no campo, junto de uma videira de uvas brancas.

 

 

Superstições – Salvação

Posted in mitologia on 2013/11/26 by terrasencantadas

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Em S. Brás de Alportel dizia-se que, quando uma mulher morria durante a gravidez, ia garantidamente para o Céu. Em Ponte da Barca acreditava-se que, a alma de uma mulher solteira que morresse durante o parto não teria salvação.