Superstições – A Diabólica

“Nas noites tempestuosas de Inverno, quando o vento zunia fustigando bátegas de água e a candeia de azeite bruxuleava na cozinha (com a guerra o petróleo havia desaparecido), entrava pelas chaminés ou pela telha vã um “medo” indefinido, que acordava os que descansavam da faina do dia e punha arrepios nos que o terror mantinha despertos: a gente dava-lhe um nome local e para mim totalmente desconhecido: diabólica.”

Orlando Ribeiro in Etnografia Portuguesa; José Leite de Vasconcelos; Vol VII, p. xvi

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