Arquivo de Julho, 2012

Superstições – Meio-dia

Posted in mitologia on 2012/07/28 by terrasencantadas

Ao meio-dia não se deve estar à porta de casa porque se pode apanhar um ar mau que não tem cura.

As pragas rogadas entre as badaladas do meio-dia atingem a vítima com mais força.

Se, ao meio-dia, uma pessoa estiver em cima de uma árvore ou em qualquer outro sítio perigoso, deve rezar ao Anjo da Guarda, caso contrário pode cair.

Superstições – As Trindades II

Posted in mitologia on 2012/07/26 by terrasencantadas

Quando a tarde se aproxima do fim vão surgindo os primeiros espíritos da noite, saídos do interior da terra para dançar ao luar. O tocar das Trindades é um momento muito perigoso. Quem vê estes espíritos é punido com a cegueira. A esta hora não se deve deixar a porta aberta nem sair de casa, mas quem tiver de o fazer deve benzer-se com água benta.

Superstições – As Trindades

Posted in mitologia on 2012/07/24 by terrasencantadas

Em Barcelos acreditava-se que quem estava à porta de casa, ao tocar das Trindades, devia recolher-se para evitar o mau ar que circulava a essa hora e o podia deixar estropiado. Por isso, dizia-se que tinha sido arejado quem possuísse alguma deficiência física.

Acreditava-se também que as bruxas possuíam uma pedra de ar com que faziam os seus bruxedos.

Superstições – As verrugas

Posted in mitologia on 2012/07/22 by terrasencantadas

Contar estrelas faz nascer verrugas nas mãos.

O leite de figueira brava cura as verrugas.

Superstições – Três contas azuis

Posted in ficções on 2012/07/20 by terrasencantadas

Em Guimarães acreditava-se que para os dentes nascerem sem importunar as crianças, devia colocar-se-lhes ao pescoço três contas azuis.

Superstições – Ir à missa em jejum

Posted in mitologia on 2012/07/18 by terrasencantadas

Em Baião acreditava-se que quem ia à missa em jejum podia apanhar uma doença incurável.

Superstições – Osso de cão morto

Posted in mitologia on 2012/07/16 by terrasencantadas

Para curar um animal que tenha uma ferida infectada, prende-se-lhe ao pescoço, com uma correia, um osso de cão morto.