As Antas do Olival da Pega

“Diziam também que havia um tesouro fabuloso enterrado entre as enormes lajes, no entanto poucos eram os que se atreviam a perturbar os mortos e, entre os que o tinham feito, ainda ninguém se vangloriara de ter descoberto o tesouro.

(…) Lugares de mistério que estimulavam a curiosidade de Balen. Lugares que encerravam um conheci- mento que há muito os homens haviam esquecido. Lugares que inspiram respeito, medo a alguns, mas também admiração.”

As Antas do Olival da Pega, que serviram de cenário a este episódio de O Elmo de Cristal, estão situadas nos arredores de Monsaraz, a região de Portugal onde se encontra a maior concentração de monumentos megalíticos. Estas estruturas, com milhares de anos de existência, sempre despertaram a curiosidade dos povos que se sucederam na ocupação do território, originando lendas de tesouros e mouras encantadas.

Na mitologia portuguesa, como nas mitologias de outros países, as antas são consideradas portas de ligação entre mundos: o mundo dos vivos e o mundo dos mortos; o mundo dos humanos e o mundo dos seres sobrenaturais.

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